A Alfândega da China anunciou uma mudança relevante que impactará diretamente as operações globais envolvendo produtos siderúrgicos. De acordo com o Comunicado Conjunto nº 79, emitido em 9 de dezembro, a partir de 1º de janeiro de 2026, todos os produtos de aço exportados a partir dos portos chineses deverão contar com licença prévia de exportação. O que muda na prática? Com a nova regra, os exportadores chineses deverão apresentar uma licença de exportação oficial válida, juntamente com os documentos habituais de desembaraço aduaneiro, para que a mercadoria seja liberada nos portos de saída. A exigência se aplica a uma ampla gama de produtos classificados nos capítulos 72 e 73 do Sistema Harmonizado (SH), que abrangem desde aço bruto e semiacabado até produtos transformados, como tubos, perfis, chapas e estruturas metálicas. Quais documentos passam a ser exigidos? Além dos documentos já tradicionais, a solicitação da licença deverá ser acompanhada de: Qual é o objetivo da medida? Segundo autoridades e analistas do setor, a iniciativa tem como foco: Importante destacar que não se trata de uma restrição direta aos volumes exportados, mas sim de uma nova camada regulatória que exige planejamento e conformidade. Impactos logísticos e no comércio exterior Para importadores, traders e operadores logísticos, a mudança pode gerar: Por isso, o planejamento antecipado e o alinhamento com parceiros logísticos experientes tornam-se essenciais. Como a World Freight pode ajudar A World Freight acompanha de perto as atualizações regulatórias globais e oferece suporte completo para: 📩 Entre em contato com nossa equipe e saiba como preparar sua operação para as novas exigências da China.
Frete marítimo em 2026: mais capacidade, mudanças de rota e o impacto da possível retomada do Mar Vermelho
A indústria de logística internacional segue atravessando transformações importantes e 2026 se desenha como um ano de reequilíbrio entre oferta e demanda, reorganização de rotas e novos desafios operacionais nos principais portos da Europa.Para embarcadores, importadores e exportadores, o próximo ciclo exigirá atenção redobrada e planejamento mais robusto. Neste artigo, reunimos os principais pontos que devem moldar o mercado e influenciar os custos e prazos logísticos em 2026. 1. Crescimento da capacidade e maior controle estratégico das transportadoras A expansão da frota global, resultado dos investimentos feitos nos últimos anos, deve se refletir de forma mais intensa em 2026, com entrada de novas embarcações e aumento da capacidade disponível. Porém, esse crescimento vem acompanhado de uma estratégia clara dos armadores:➡️ manter o controle da oferta por meio de blank sailings➡️ equilibrar tarifas mesmo em períodos de excesso de capacidade➡️ garantir estabilidade nas rotas mais sensíveis Ou seja: haverá mais navios, sim mas não necessariamente mais espaço livre no mercado. 2. Reorganização de serviços e pressão sobre tarifas Algumas rotas e serviços tradicionais passarão por ajustes e realocações em 2026.Os fluxos que conectam América Latina, Ásia e Europa devem sofrer reconfigurações que impactam: Além disso, contratos anuais negociados para 2026 devem refletir a volatilidade das rotas vindas do Extremo Oriente, que nos últimos meses oscilaram entre picos e quedas bruscas. A tendência é que as companhias tentem sustentar tarifas mais altas ao longo do ano, principalmente nos corredores de maior demanda. 3. A possível reabertura do Mar Vermelho e o risco de novos gargalos nos portos europeus Com a melhora do cenário geopolítico e sinais de estabilização no Oriente Médio, cresce a expectativa pela retomada da rota do Mar Vermelho, amplamente utilizada entre Ásia e Europa antes do desvio pelo Cabo da Boa Esperança. Mas essa volta à normalidade deve ser encarada com cautela. ✔ 1. A retomada não será imediata Mesmo após a liberação formal, muitos armadores deverão manter rotas alternativas por um período de transição, avaliando riscos e segurança. ✔ 2. O grande risco: congestionamento europeu Se a rota do Mar Vermelho for restabelecida e as companhias retomarem o fluxo simultaneamente, os portos europeus podem enfrentar: Ou seja: a solução pode gerar um novo problema caso não haja coordenação entre terminais e linhas marítimas. 4. Despachantes mais estratégicos do que nunca A evolução tecnológica e a complexidade da cadeia de suprimentos tornaram o papel dos despachantes essencial não apenas para documentação ou follow-up, mas como consultores logísticos. Hoje, o mercado exige: Na World Freight, isso significa unir tecnologia, expertise aduaneira e inteligência logística, garantindo ao cliente previsibilidade e rotas otimizadas em um cenário cada vez mais instável. 5. Competitividade portuária: Antuérpia cresce, Roterdã acende alerta Para 2026, a disputa pela liderança europeia deve se intensificar.Enquanto Antuérpia avança com operações mais rápidas e estáveis, Roterdã enfrenta: Esses fatores podem influenciar decisões de escala e preferências das companhias marítimas ao longo do ano, impactando diretamente os embarcadores. O que sua operação precisa considerar para 2026 O ano promete um cenário dinâmico, com: ✔ mais capacidade entrando no mercado✔ tarifas sensíveis às estratégias dos armadores✔ rotas em reestruturação✔ possível retorno do Mar Vermelho com risco de congestionamento✔ necessidade crescente de gestão inteligente e planejamento antecipado Em outras palavras: ➡️ 2026 será um ano de oportunidade para quem estiver bem assessorado e um desafio para quem navegar sem visibilidade.
STF restabelece regras da Antaq sobre taxa portuária em serviços de importação
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu a validade das regras da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) sobre a cobrança de uma taxa pelo serviço de segregação e entrega (SSE) de contêineres pelos operadores de terminais portuários. As normas, previstas na Resolução 72/2022 da agência, haviam sido suspensas por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). O SSE é uma taxa cobrada pela movimentação de contêineres de uma pilha comum até o caminhão do importador. Segundo o TCU, essa cobrança representaria uma infração à ordem econômica, pois o serviço existe tanto na importação quanto na exportação, mas a taxa incide apenas quando as cargas chegam ao país. Além disso, o dono da carga e o recinto alfandegado não podem escolher o operador portuário e acabam ficando sujeitos às tarifas cobradas pelos terminais. Na decisão, Toffoli afirmou que, ao proibir a cobrança do SSE, o TCU extrapolou suas competências institucionais e adotou uma solução para um problema regulatório cuja definição compete à Antaq. Segundo o ministro, não há dúvidas de que a agência possui maior capacidade institucional do que o TCU para estabelecer regras sobre o serviço portuário, especialmente diante de suas atribuições legais, da experiência acumulada e de seu corpo técnico especializado. O relator destacou ainda que, durante o processo de elaboração da Resolução 72/2022, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) – órgão responsável por zelar pela livre concorrência no mercado brasileiro – reconheceu que a cobrança do SSE, por si só, não é ilícita, e que eventuais práticas abusivas devem ser analisadas caso a caso. Por fim, o ministro ressaltou que a Antaq, ao editar a resolução, observou de forma transparente e adequada todos os procedimentos, inclusive com a realização de audiências públicas que contaram com a participação de diversos representantes do setor. A decisão do ministro foi proferida no Mandado de Segurança (MS) 40087, apresentado pela Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres (Abratec). Leia a íntegra da decisão. FONTE: https://portal.stf.jus.br/
Cronograma de desligamento LI/DI
A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e a Secretaria Especial da Receita Federal (RFB) apresentam o cronograma de desligamento do sistema Siscomex LI/DI, ampliando a obrigatoriedade de uso de LPCO e Duimp no Portal Único de Comércio Exterior, de acordo com o Novo Processo de Importação (NPI). O cronograma de desligamento foi aprovado em reunião do Comitê Executivo do SISCOMEX e sua efetivação dependerá de validações feitas pelo setor privado no âmbito do Subcomitê de Cooperação do CONFAC, conforme Plano de Ação divulgado em sua 10ª Reunião. O cronograma abaixo reflete as datas a partir das quais será obrigatório registrar LPCO e Duimp nas operações de importação, caso a validação pelo setor privado não tenha indicado problemas sistêmicos impeditivos, conforme definido no Plano de Ação. Desta forma, será vedado ao importador, a partir de então, a possibilidade de continuar realizando essas operações por meio do Siscomex LI/DI. Atualizado 09/10/2025 Atenção para as operações que ainda não estão disponíveis para registro de Duimp, cuja importação deverá ser efetuada por LI/DI. A figura abaixo destaca com o “X” as operações que não estão disponíveis para registro de Duimp: Disponibilidade Nota 1: Entidades cuja natureza jurídica se enquadre no “Grupo 1 – Administração Pública – da Tabela de Natureza Jurídica da Comissão Nacional de Classificação”, continuarão realizando o registro de importações por Declaração de Importação (DI). O ligamento para esse grupo se dará em etapa futura. Caso haja identificação de erros impeditivos, que inviabilizem o avanço do cronograma, as datas serão revistas e atualizadas, garantindo a segurança nas operações e previsibilidade ao setor afetado. A Secex e RFB reafirmam seu compromisso com a comunidade de comércio exterior, assegurando que a migração das importações para o Portal Único de Comércio Exterior seja conduzida de forma planejada, gradual e segura. FONTE: https://www.gov.br/siscomex/pt-br
Supertufão Ragasa: impactos imediatos no comércio e na logística internacional
As recentes condições climáticas causadas pelo Ragasa interromperam temporariamente os fluxos de carga em pontos estratégicos do comércio internacional. Portos, aeroportos e centros logísticos em cidades como Hong Kong, Shenzhen e Guangzhou registram cancelamentos, atrasos e fechamento de operações. Na World Freight, estamos acompanhando em tempo real essas mudanças para oferecer as melhores alternativas logísticas aos nossos clientes, garantindo segurança e transparência no transporte de cargas. Transporte Aéreo ✈️ Transporte Marítimo 🚢 Impactos Regionais 🌏 🔎 Monitoramos constantemente os impactos globais para manter sua operação em movimento.Entre em contato com nossa equipe para atualizações ou alternativas de embarque.
Atenção redobrada no Comércio Exterior Asiático!
Nos últimos dias, o cenário logístico internacional foi impactado por dois eventos naturais que exigem atenção especial de quem importa ou exporta pela Ásia. Um terremoto de magnitude 8.8 atingiu a costa leste da Península de Kamchatka, na Rússia, e gerou alertas de tsunami em diversos países banhados pelo Pacífico, incluindo Japão, China, Taiwan, Havaí, Alasca, Filipinas, além de regiões da América do Sul como Chile e Peru. O abalo provocou ondas de até 3 metros em algumas regiões e levou à evacuação de milhões de pessoas, especialmente em áreas costeiras do Japão. Na China, cidades como Shanghai, Zhoushan, Taipei e Hualien ficaram em estado de atenção, com alertas de possíveis impactos costeiros emitidos por autoridades marítimas. Paralelamente, uma forte tempestade tropical, identificada como Co-May — também chamada de Tufão Chaba em algumas regiões — atingiu com intensidade partes da China Oriental, provocando o deslocamento de milhares de pessoas e afetando diretamente as operações portuárias. Terminais importantes como Yangshan (Shanghai), Ningbo-Zhoushan, Meidong e outros enfrentaram paralisações, suspensão na retirada de contêineres vazios e restrições operacionais. Com a sobreposição desses dois eventos, os impactos na cadeia logística já começam a ser sentidos com atrasos, reprogramações e suspensão de serviços em alguns hubs estratégicos da região. Para quem opera com embarques via China e Taiwan, os próximos dias exigirão replanejamento e acompanhamento contínuo da situação. A World Freight está monitorando o cenário em tempo real, mantendo contato com parceiros locais e autoridades portuárias para oferecer suporte e garantir que cada cliente tenha a melhor alternativa logística disponível. Em momentos como este, contar com uma equipe preparada e conectada globalmente faz toda a diferença.
Por que os fretes marítimos internacionais estão mais caros em 2025?
O cenário global em 2025 tem apresentado desafios sem precedentes para a logística internacional, refletindo diretamente no aumento dos custos de frete marítimo. Empresas de comércio exterior enfrentam uma série de obstáculos que vão desde crises geopolíticas até mudanças climáticas extremas, exigindo estratégias logísticas cada vez mais robustas. Neste artigo, explicamos os principais fatores que contribuíram para a alta dos fretes marítimos internacionais em 2025 — uma leitura essencial para quem atua com importação, exportação e logística global. 1. Conflitos no Mar Vermelho e Canal de Suez A instabilidade na região do Mar Vermelho, com ataques frequentes a embarcações comerciais, obrigou diversas companhias de navegação a evitarem o Canal de Suez. Como alternativa, muitos navios passaram a contornar a África pelo Cabo da Boa Esperança, o que pode adicionar até 30 dias extras de viagem. O impacto é direto: aumento no consumo de combustível, elevação nos custos com seguro e maior tempo de trânsito das mercadorias. 2. Congestionamento nos Portos Europeus Portos estratégicos como Roterdã, Hamburgo e Antuérpia estão operando acima da capacidade, enfrentando longos períodos de espera para atracação e descarregamento. Além do alto volume de comércio, problemas de infraestrutura, clima adverso e escassez de mão de obra agravam os atrasos. Isso afeta diretamente a eficiência logística e aumenta os custos operacionais para embarcadores. Palavras-chave SEO: congestionamento portuário, atrasos logísticos, portos europeus 3. Escassez de Contêineres e Capacidade Limitada A disponibilidade limitada de contêineres e a falta de espaço nos navios têm pressionado ainda mais o mercado. A consequência imediata é o aumento das tarifas no mercado spot, elevando os preços para níveis que não eram registrados desde o período pós-pandemia. 4. Crescimento da Demanda e Tendência de Nearshoring Com a retomada econômica em vários países e a intensificação da estratégia de nearshoring (produção próxima aos mercados consumidores), a demanda por transporte marítimo aumentou significativamente. Rotas como Ásia – América Latina têm registrado grande fluxo, impactando diretamente o custo do frete nessas regiões. 5. Tensões Comerciais e Tarifas A imposição de novas tarifas entre Estados Unidos e China e as tensões geopolíticas em diversas regiões impactam os volumes transportados e criam incertezas para os operadores logísticos. Estimativas apontam uma redução de até 2% no transporte de contêineres em 2025 devido às novas políticas tarifárias. 6. Mudanças Climáticas e Impactos Hidroviários A redução no nível de água em vias estratégicas, como o Canal do Panamá e o Rio Amazonas, tem dificultado a passagem de navios de grande porte. Isso afeta diretamente a exportação de commodities e encarece a logística em rotas que dependem dessas passagens. Conclusão: Como a World Freight pode ajudar Neste cenário de fretes elevados e logística internacional complexa, contar com um parceiro estratégico faz toda a diferença. A World Freight oferece soluções personalizadas em comércio exterior, combinando tecnologia, agilidade e uma rede global eficiente para ajudar sua empresa a reduzir custos logísticos e superar desafios operacionais. Se você busca planejamento logístico inteligente em 2025, fale com a nossa equipe de especialistas.
ATIVIDADES CONTINUARÃO PARALISADAS ENTRE 26 E 30 DE MAIO NA ALFÂNDEGA DE SANTOS
O Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receita Federal de Santos comunica à sociedade a continuidade da paralisação das atividades da Alfândega do Porto de Santos entre os dias 26 e 30 de maio. Como consequência dessa medida os seguintes serviços continuarão suspensos nesse período: desembaraço e despacho de mercadorias, atendimento ao público e análise de retificação de conhecimento eletrônico (CE) e de IDFA (Identificação de Falta ou Acréscimo). Serão mantidos somente os 30% do efetivo exigido por lei para a liberação de cargas perecíveis, vivas, perigosas, medicamentos e alimentos de consumo de bordo, bem como o cumprimento de decisões judiciais. A decisão dos Auditores-Fiscais da Alfândega do Porto de Santos é consequência da proposta apresentada pelo governo em 22 de maio que, além de não contemplar os pleitos da categoria, ainda reforça divisões internas, condição considerada inadmissível pela classe. A Delegacia Sindical de Santos do Sindifisco Nacional reconhece que houve avanço por parte do governo ao abrir o diálogo com a categoria, mas lamenta que as propostas apresentadas até o momento não tenham permitido o fim do nosso movimento. Reforçamos mais uma vez que a intenção dos Auditores-Fiscais nunca foi causar transtornos ou prejuízos à sociedade brasileira, mas diante da postura adotada pelo governo, a única alternativa que nos restou na tentativa de alcançarmos nossos pleitos é o acirramento do movimento. Santos, 23 de maio de 2025. FONTE: SINDIFISCO NACIONAL DS SANTOS
China implementa controle de exportação sobre metais de terras-raras em 2025
Em abril de 2025, o governo chinês anunciou medidas estratégicas de controle de exportação sobre uma série de metais de terras-raras médios e pesados, fundamentais para setores como tecnologia, energia, defesa e mobilidade elétrica. A medida, publicada no Anúncio nº 18/2025 pelo Ministério do Comércio e pela Administração Geral das Alfândegas da China, impõe a necessidade de licenciamento para a exportação de materiais que contenham elementos como Samário (Sm), Gadolínio (Gd), Térbio (Tb), Disprósio (Dy), Lutécio (Lu), Escândio (Sc) e Ítrio (Y) — todos utilizados em ligas metálicas, ímãs permanentes, alvos industriais e compostos químicos de alto valor agregado. COMUNICADO NÃO OFICIAL Ministério do Comércio e Administração Geral das Alfândegas da República Popular da China – Anúncio nº 18 de 2025 Divulgação da decisão de implementar controle de exportação sobre determinados itens relacionados a terras-raras médias e pesadas [Órgão responsável] Departamento de Segurança e Controle[Número do Documento] Anúncio nº 18 de 2025 do Ministério do Comércio e da Administração Geral das Alfândegas[Data de emissão] 4 de abril de 2025 Com base na Lei de Controle de Exportação da República Popular da China, Lei de Comércio Exterior da República Popular da China, Lei Alfandegária da República Popular da China e Regulamento de Controle de Exportação de Itens de Dupla Utilização, visando proteger a segurança e os interesses nacionais, bem como cumprir obrigações internacionais relacionadas à não proliferação, o Conselho de Estado aprovou a implementação de controle de exportação sobre os seguintes itens: 1. Itens relacionados ao Samário (Sm) 1C902.a Metais, ligas e produtos relacionados ao Samário: 1C902.b Óxidos de Samário e suas misturas(Códigos alfandegários: 2846901940, 2846901993, 3824999922) 1C902.c Compostos de Samário e suas misturas(Códigos alfandegários: listados no original) 2. Itens relacionados ao Gadolínio (Gd) 1C903.a Metais, ligas e produtos relacionados ao Gadolínio:(Códigos e exemplos conforme estrutura anterior) 3. Itens relacionados ao Térbio (Tb) 1C904.a Metais, ligas e produtos relacionados ao Térbio:Inclui também materiais magnéticos permanentes de NdFeB contendo Térbio 4. Itens relacionados ao Disprósio (Dy) 1C905.a Metais, ligas e produtos relacionados ao Disprósio:Inclui também materiais magnéticos permanentes de NdFeB contendo Disprósio 5. Itens relacionados ao Lutécio (Lu) 1C906.a Metais, ligas e produtos relacionados ao Lutécio:Inclui ligas Yb-Lu e alvos de Lutécio 6. Itens relacionados ao Escândio (Sc) 1C907.a Metais, ligas e produtos relacionados ao Escândio:Inclui ligas de Sc-Al, Sc-Mg, Sc-Cu e alvos de Escândio 7. Itens relacionados ao Ítrio (Y) 1C908.a Metais, ligas e produtos relacionados ao Ítrio:Inclui ligas de Y com Al, Mg, Ni, Cu, Fe e alvos de Ítrio Observações: Instruções aos exportadores: Exportadores desses itens devem solicitar licença junto ao Ministério do Comércio conforme as regulamentações em vigor. Devem identificar corretamente os itens no despacho aduaneiro, indicando se são controlados e informando o código de controle de itens de dupla utilização quando aplicável. Em caso de dúvida, a alfândega poderá reter o embarque até esclarecimento. Este anúncio entra em vigor a partir da data de sua publicação. A Lista de Controle de Exportação de Itens de Dupla Utilização da China será atualizada simultaneamente. Ministério do ComércioAdministração Geral das Alfândegas 4 de abril de 2025 FONTE: https://www.mhttps://www.mofcom.gov.cn/zwgk/zcfb/art/2025/art_9c2108ccaf754f22a34abab2fedaa944.html**
ALFÂNDEGA DE SANTOS: ATIVIDADES SERÃO PARALISADAS ENTRE 12 E 16 DE MAIO
O Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receita Federal de Santos comunica à sociedade que, em Assembleia Nacional, realizada em 7 de maio, os Auditores-Fiscais lotados na Alfândega do Porto de Santos decidiram que, entre os dias 12 e 16 de maio, paralisarão todas as atividades da unidade. Como consequência dessa medida, os seguintes serviços ficarão suspensos nesse período: desembaraço e despacho de mercadorias, atendimento ao público e análise de retificação de conhecimento eletrônico (CE) e de IDFA (Identificação de Falta ou Acréscimo). Serão mantidos somente os 30% do efetivo exigido por lei para a liberação de cargas perecíveis, vivas, perigosas, medicamentos e alimentos de consumo de bordo, bem como o cumprimento de decisões judiciais. A decisão dos Auditores-Fiscais da Alfândega do Porto de Santos veio como consequência da mais recente medida anunciada do governo, que diminui o valor do bônus de produtividade da categoria, além de não ter apresentado qualquer proposta concreta às reivindicações que levou à greve Iniciada em novembro de 2024 e que perdura até o momento. Lamentamos muito pelos eventuais transtornos e prejuízos que serão causados à sociedade brasileira, mas diante não só da inação do governo, mas de medidas que visam prejudicar os Auditores-Fiscais, a única alternativa que nos restou na tentativa de alcançarmos nossos pleitos e protestarmos contra esta afronta, é o acirramento do movimento. Fonte: Sindifisco